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Curiosidades

O Mistral é um vento catabático (da palavra grega katabatikos que significa "descendo colinas") é o nome técnico de "drainage wind", um vento que transporta ar de alta densidade de uma elevação descendo a encosta devido à acção da gravidade.

Estes ventos são por vezes chamados "ventos de Outono". O Mistral se caracteriza por ser um vento seco e frio dos quadrantes do norte que sopra no sul da França.

Dentre as regiões por onde passa o Mistral estão: Bordeaux - Talvez a mais celebrada e conhecida região vinícola do mundo, Bordeaux é a terra dos grandes Châteaux, que em geral fazem juz à fama de produzir vinhos muito elegantes, longevos, encorpados e classudos. Os melhores são realmente excepcionais, enquanto os mais acessíveis apresentam boa relação qualidade/preço e são um pouco menos encorpados.

Alguns produtos dessa região: Ch. La Gatte / Médoc Reserve Speciale / Sauternes / Bordeaux Signatures.

Região Rhône - Uma das grandes regiões francesas, que se destaca por produzir tintos e brancos de altíssima qualidade e muita personalidade. Os melhores tintos estão entre os grandes do mundo, e são encorpados, potentes e complexos. Os do Norte — Côte-Rotie, Hermitage, Saint-Joseph, Crozes-Hermitage, etc — são belas expressões da Syrah, enquanto os do Sul — Châteauneuf-du-Pape, Gigondas, Côtes-du-Rhône, etc — são elaborados com uma variedade de castas, entre as quais a Grenache tem um papel importante. Os mais simples, como o Côtes-du-Rhône, são muito saborosos, com bom corpo e ótima fruta. Os brancos — como os ótimos Hermitage blanc e Condrieu — também são excelentes, embora injustamente subestimados. São encorpados e potentes, muito característicos e, no caso do Condrieu, únicos. Aqui é especialmente importante prestar atenção ao nome do produtor.

Alguns produtos dessa região: Hermitage M de la Sizeranne / Cotes Du Rhône Belleruche Rouge / Crozes - Hermitage Les Meysonniers.

O uso do vinho é proibido sob as Leis Islâmicas. O Irã chegou a ter uma indústria vinícola que desapareceu depois da Revolução Islâmica de 1979. Tal sucedeu também com outros países de maioria islâmica, antigas colônias européias (principalmente francesas), tais como a Argélia. Contudo, o outro país de maioria muçulmana, o Líbano, tem uma florescente indústria vinícola.

O vinho "estragado" é aquele que sofreu oxidação devido ao seu contato com o ar ou que não foi bem armazenado. Com o passar do tempo a oxidação do vinho faz alterar a sua cor tendendo para o laranja ou âmbar, seja ele tinto ou branco.

 

 

 

 

 

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